Saiu hoje uma nova entrevista do Luque para o UOL onde entre outras coisas ele contou sobre como começou a fazer stand up, e que da turma do cqc ele tem mais afinidade com o Andreoli, e é claro: o Tas. Contou também de uma vez que ele tinha uma piada no roteiro, mas nem o Rafinha e nem o Tas seguiram o roteiro e ele acabou não fazendo a piada “Fiquei chateado, queria ter feito a piada”
UOL - Como você lida com o assédio? Já ficou com alguma fã?
Marco Luque - Normalmente, quando a fã é aquela mais escandalosa, é mais nova... E, para mim, não dá. Gosto de mulher mais madura. Não sou igual ao Gentili que pega só as 'pivetas' (risos), mas não tenho nada contra. Se fosse solteiro e aparecesse uma fã que fosse interessante, é claro que ficaria. Uma vez, uma menina disse que tatuou as iniciais do meu nome. E ela falou: "O que você acha?" . E eu disse: "Eu acho que você é louca!" (Risos).
Marco Luque - Normalmente, quando a fã é aquela mais escandalosa, é mais nova... E, para mim, não dá. Gosto de mulher mais madura. Não sou igual ao Gentili que pega só as 'pivetas' (risos), mas não tenho nada contra. Se fosse solteiro e aparecesse uma fã que fosse interessante, é claro que ficaria. Uma vez, uma menina disse que tatuou as iniciais do meu nome. E ela falou: "O que você acha?" . E eu disse: "Eu acho que você é louca!" (Risos).
UOL - O que você acha que tem de melhor na TV brasileira hoje?
Marco Luque - Olha, eu não sei se estaria puxando o saco, mas sinceramente, o "CQC" é foda. Ele veio muito legal, muito forte em uma época em que a TV estava carente de um programa assim. Acho muito importante esse trabalho que o "CQC" faz. Essa galerinha nova não tem ideia do quanto a informação que estamos passando é importante para eles e para o nosso país. É muito bom que o adolescente se interesse por política. A gente não usa ficção, a gente faz piadinha, mas as piadinhas são muito pequenas perto do que a gente tem a dizer em relação à política. A gente não finge, a gente vai direto nos caras, vai no Maluf, vai no Sarney perguntar por que eles roubam e ainda assim eles se acham o Tony Ramos. Antigamente, quando eu era adolescente, falar de política parecia falar de palavrão. Nem falava, sabe?
Marco Luque - Olha, eu não sei se estaria puxando o saco, mas sinceramente, o "CQC" é foda. Ele veio muito legal, muito forte em uma época em que a TV estava carente de um programa assim. Acho muito importante esse trabalho que o "CQC" faz. Essa galerinha nova não tem ideia do quanto a informação que estamos passando é importante para eles e para o nosso país. É muito bom que o adolescente se interesse por política. A gente não usa ficção, a gente faz piadinha, mas as piadinhas são muito pequenas perto do que a gente tem a dizer em relação à política. A gente não finge, a gente vai direto nos caras, vai no Maluf, vai no Sarney perguntar por que eles roubam e ainda assim eles se acham o Tony Ramos. Antigamente, quando eu era adolescente, falar de política parecia falar de palavrão. Nem falava, sabe?
UOL - E o "CQC"? São sete homens trabalhando juntos e apenas uma menina. Como é a relação entre vocês?
Marco Luque - Muito homem junto. Bom, dá uma quebra assim, porque o Rafa Cortez está lá, então você não pode dizer que é tanto homem assim junto. (Risos) Mas foi bom a Mônica ter entrado. Porque alguém tem que ter mais capacidade de cuidar dos nossos ternos, fazer nosso café... (Risos). É zueira, viu?! UOL - E "O Formigueiro"? Teve muita crítica na estreia, mas já está há três meses no ar...
Marco Luque - Bom, teve muita crítica e isso é normal. Tem muito crítico que acha que o caminho é falar mal por falar. Talvez seja uma estratégia meter o pau sem fundamento para aparecer. Mas, eu li muitas críticas legais, construtivas, que serviram para ver o que precisava melhorar. O programa precisou ser adaptado para o Brasil... A audiência aumentou, mas eu não me preocupo com isso.
Marco Luque - Muito homem junto. Bom, dá uma quebra assim, porque o Rafa Cortez está lá, então você não pode dizer que é tanto homem assim junto. (Risos) Mas foi bom a Mônica ter entrado. Porque alguém tem que ter mais capacidade de cuidar dos nossos ternos, fazer nosso café... (Risos). É zueira, viu?! UOL - E "O Formigueiro"? Teve muita crítica na estreia, mas já está há três meses no ar...
Marco Luque - Bom, teve muita crítica e isso é normal. Tem muito crítico que acha que o caminho é falar mal por falar. Talvez seja uma estratégia meter o pau sem fundamento para aparecer. Mas, eu li muitas críticas legais, construtivas, que serviram para ver o que precisava melhorar. O programa precisou ser adaptado para o Brasil... A audiência aumentou, mas eu não me preocupo com isso.


